Fenômeno não será visível no Brasil, mas terá transmissões ao vivo pela internet
Cerca de 15,2 milhões de pessoas poderão presenciar um eclipse solar total nesta quarta-feira (12), segundo estimativa do site Time and Date. O número corresponde à população que vive na estreita faixa do planeta onde o Sol será completamente encoberto pela Lua.
Se incluídas as áreas de eclipse parcial, o total sobe para 980 milhões de pessoas, o equivalente a cerca de 12% da população mundial. A faixa de totalidade atravessa a Groenlândia, a Islândia, o norte da Rússia, a Espanha e uma pequena área de Portugal. A fase parcial poderá ser observada em boa parte da Europa, locais da América do Norte, oeste da África e norte da Ásia. O Brasil não terá nenhuma visibilidade do fenômeno.
O tempo máximo de totalidade será de aproximadamente 2 minutos e 18 segundos. O eclipse começa às 12h34 no horário de Brasília, no primeiro ponto alcançado pela sombra da Lua. Às 13h58, a fase total se inicia no primeiro local em que a Lua cobre completamente o Sol. O máximo global ocorre às 14h46.
Em boa parte da Espanha, o eclipse acontecerá com o Sol já muito baixo no horizonte. O evento marca o início de uma sequência de fenômenos visíveis na Península Ibérica: outro eclipse solar total em agosto de 2027 e um eclipse anular em janeiro de 2028.
Apesar de não ser possível observar o fenômeno no Brasil, a Nasa e o Observatório Nacional farão transmissões ao vivo com imagens de diferentes pontos do caminho do eclipse e comentários de especialistas.
As recomendações para quem estiver em áreas de visibilidade são de nunca olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada, mesmo nas fases parciais. Óculos escuros comuns, câmeras e binóculos sem filtros solares específicos não protegem os olhos.





